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Esportes

A camisa de Pelé na final da Copa de 1958: a história por trás do salvamento do museu em Alagoas

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Reinado de Pelé começa na Copa de 1958 - Todos os direitos: G1

Relíquia do futebol leiloada em 2004 ainda perturba historiador: “Maior arrependimento da minha vida”.

Quando se fala em história da camisa 10 da Seleção Brasileira, o nome de Pelé certamente vem à mente. Em 1958, o jovem craque participou do que viria a se tornar um dos momentos mais marcantes do futebol brasileiro. Com sua atuação, o rei do futebol conquistou o título da Copa do Mundo e marcou seu nome na história do esporte. Desde então, a camisa 10 ganhou um novo significado, sendo associada à genialidade e à categoria dos grandes jogadores.

A importância da camisa também se estende para além do campo de jogo. No universo do futebol, ela é símbolo de liderança e talento, sendo a peça central do uniforme de qualquer equipe. Ao longo dos anos, a camisa 10 tem sido utilizada por diversos craques, cada um deixando sua marca e contribuindo para a história do esporte. No Brasil, em especial, ela carrega um peso simbólico que ultrapassa as quatro linhas, sendo reconhecida como um ícone da paixão nacional pelo futebol.

A estreia do manto de Nossa Senhora Aparecida: uma história especial

A final do primeiro Mundial teve uma história inusitada e especial relacionada ao uniforme da seleção nacional. A cor amarela foi escolhida como o primeiro uniforme em 1958, enquanto o segundo era de cor branca e trazia más lembranças para os jogadores. Com a improvável vitória, os jogadores decidiram não repetir a camisa número 2 na final devido à superstição.

O improviso das camisas azuis na final

Uma decisão marcante na final foi a escolha das camisas azuis pela seleção brasileira, devido à pressa e ao fato de a Suécia ser a dona da casa, que acabou escolhendo a cor amarela. Esse improviso exigiu que Paulo Machado de Carvalho comprasse camisas azuis e mandasse costurar os escudos da CBD e os números dos jogadores pouco antes da partida.

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A camisa de Pelé chega ao museu

A famosa camisa azul do rei do futebol, utilizada na Copa de 1958, foi presenteada ao alagoano Dida após a final. Posteriormente, a camisa passou a fazer parte do museu de Lauthenay Perdigão em Maceió, onde esteve em exibição por dez anos, atraindo muitos visitantes.

O leilão da camisa histórica

Em 2004, a camisa de Pelé foi leiloada na famosa Christie’s, em Londres, arrecadando 59 mil libras (aproximadamente R$ 300 mil na época). No entanto, o valor recebido foi inferior ao esperado, causando frustração ao historiador Lauthenay. Após pagar impostos e outras despesas, ele acabou recebendo apenas R$ 52 mil.

O acervo de Dida e a doação ao museu

A decisão de leiloar a camisa histórica gerou desentendimentos entre Lauthenay e Edson Santa Rosa, irmão de Dida. Apesar das dificuldades, o museu recebeu uma reforma e o acervo de Dida permaneceu em exposição ao público. No entanto, a camisa 10 de Pelé na Copa de 1958 permaneceu desaparecida, deixando Lauthenay com um grande arrependimento.

Fonte: G1 – Esportes

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