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Bombardeio devastador em campo de refugiados de Gaza: 68 mortos

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Ataque, Conflito, Ataque em Gaza, Ataque a campo de refugiados
Homens palestinos auxiliam mulher que chora após bombardeio em 24 de dezembro de 2023 — Foto: Mohammed Dahman/Associated Press Conselho de Segurança da ONU aprova resolução pedindo mais ajuda humanitária na faixa de Gaza Soldados israelenses operam um tanque perto de Gaza, após o término de uma trégua temporária entre Israel e o grupo islâmico palestino Hamas, visto do sul de Israel, em 2 de dezembro — Foto: Alexander Ermochenko/ Reuters - Todos os direitos: G1

Maghazi: 12 mulheres e 7 crianças mortas na última sexta-feira, segundo hospital. Conselho de Segurança da ONU busca criar condições para cessar hostilidades.

Um intenso bombardeio atingiu um campo de refugiados em Khan Younis, ao sul da Faixa de Gaza, matando pelo menos 54 pessoas neste domingo (15).

Segundo as autoridades locais, entre as vítimas estão 10 crianças e 8 mulheres.

‘Estamos cansados de viver com medo’, disse Mohamad Al-Hadidi, que perdeu vários parentes. ‘Não há para onde ir, estamos presos neste conflito.’

As Nações Unidas condenaram o ataque, classificando-o como um ataque desumano a civis inocentes em Gaza. Para mais informações, acesse: Conselho de Segurança da ONU.

Início do bombardeio

Na última sexta-feira, o Conselho de Segurança da ONU aprovou uma resolução para o ataque em Gaza. A resolução, aprovada após intensas negociações por 13 votos a favor, nenhum contra e duas abstenções (Estados Unidos e Rússia) ‘exige a todas as partes que autorizem e facilitem a entrega imediata, segura e sem obstáculos de assistência humanitária em larga escala’ para a região. Também pede ‘a criação de condições para uma cessação duradoura das hostilidades‘, segundo a agência France Presse. A aprovação do texto tem pouco efeito prático, mas impõe uma pressão política nos dois lados envolvidos no conflito.

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Falando à GloboNews, o colunista Marcelo Lins explicou que espera-se que um Estado nacional, soberano e democrático atenda, respeite e siga as determinações votadas pelo Conselho, mas esse nem sempre é o caso. Isso porque, embora as resoluções do Conselho de Segurança da ONU sejam juridicamente vinculativas, na prática muitos países optam por ignorar os pedidos de ação do grupo.

Início do bombardeio em Gaza

No dia 7 de outubro militantes do Hamas invadiram a região sul de Gaza, causando um bombardeio violento e desastroso. Acredita-se que o Hamas e o pequeno aliado militante Jihad Islâmica mantêm mais de 100 reféns entre os 240 que capturaram durante o ataque em cidades israelenses. Desde então, Israel sitiou a estreita Faixa de Gaza e devastou grande parte dela, com mais de 20.400 pessoas confirmadas como mortas, segundo as autoridades de Gaza governada pelos militantes, e milhares de outras que se acredita terem morrido sob os escombros. 90% dos 2,3 milhões de habitantes de Gaza foi expulsa das suas casas e as Nações Unidas afirmam que as condições são catastróficas. Desde que uma trégua de uma semana chegou ao fim no início do mês, os combates apenas se intensificaram no terreno, com o bombardeio se espalhando desde o norte da Faixa de Gaza até toda a extensão do enclave densamente povoado.

Fonte: G1 – Mundo

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