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COP 28: Avanços na transição energética, mas combustíveis fósseis permanecem exclusos.

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Conferência do Clima, 28ª conferência do clima da Organização das Nações Unidas
Sessão plenária da COP 28 em Dubai — Foto: Giuseppe Cacace / AFP - Todos os direitos: G1

Presidente da COP 28 chama o acordo de ‘histórico’, mas enfatiza que o verdadeiro sucesso depende da implementação.

A discussão em torno da COP 28 girou em torno da necessidade de os países membros assumirem um compromisso em relação aos combustíveis fósseis. Este foi um dos principais temas de debate durante o evento, que visa buscar soluções para conter o avanço do efeito estufa.

A 28ª conferência do clima da Organização das Nações Unidas teve como destaque a proposta de realizar uma transição energética, ou seja, de traçar planos para a utilização de fontes de energia alternativas aos combustíveis fósseis. No entanto, a expressão ‘phase out’, aguardada por muitos, não foi incluída no documento, o que gerou expectativas e debates entre os participantes do evento.

Acordo histórico encerra a COP 28 com propostas e debates sobre a transição energética

A 28ª conferência do clima da Organização das Nações Unidas (ONU), a COP 28, chegou ao fim nesta quarta-feira (13) com a versão final do acordo negociado entre 195 países. O novo texto propõe um significativo avanço na transição energética, mas gera controvérsias ao deixar de fora a expressão ‘phase out’, que seria usada no sentido de eliminar os combustíveis fósseis, principais responsáveis pelas emissões de gases de efeito estufa que aquecem o planeta. Essa ideia não agradou os ambientalistas.

O acordo estabelece que os países devem realizar a transição dos combustíveis fósseis até 2050, data estipulada pela ONU para acabar com as emissões de gases de efeito estufa. No entanto, não especifica como essa mudança deve ser feita nem quais recursos financeiros serão utilizados, o que gera incertezas sobre sua efetiva implementação.

Além disso, a proposta é aumentar em três vezes a capacidade de energia renovável em nível mundial até 2030, visando reduzir a dependência do carvão e acelerar o uso de tecnologias para a captura e armazenamento de carbono. Com isso, os países assumem a responsabilidade de cumprir os acordos por meio de políticas e investimentos nacionais.

Durante a conferência do clima, mais de 100 países tentaram fazer lobby para a eliminação gradual do uso de petróleo, gás e carvão. Contudo, foram fortemente contestados pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), liderada pela Arábia Saudita, que argumentou que o mundo pode reduzir emissões sem necessariamente evitar a eliminação de combustíveis específicos.

O presidente da COP 28, Sultan Al Jaber, destacou o acordo como ‘histórico’ e ressaltou que seu verdadeiro sucesso estará na sua implementação. ‘Somos o que fazemos, não o que dizemos’, afirmou Al Jaber, enfatizando a importância de transformar o acordo em ações concretas.

Diversos países elogiaram o acordo por ter abordado de forma direta a necessidade de abandonar os combustíveis fósseis, em um consenso raro em décadas de negociações sobre o clima.

Acordo final da COP 28 gera debate acalorado sobre transição energética e emissões de gases de efeito estufa

A conclusão da 28ª conferência do clima da Organização das Nações Unidas (ONU), a COP 28, nesta quarta-feira (13), marcou o encerramento das negociações sobre o acordo entre 195 países. O novo texto apresenta avanços significativos na transição energética, mas enfrenta resistência ao deixar de fora a expressão ‘phase out’, que seria usada para eliminar os combustíveis fósseis, principais vilões das emissões de gases de efeito estufa que contribuem para o aquecimento global. Esse aspecto não agradou os ambientalistas.

O acordo estipula que os países devem fazer a transição dos combustíveis fósseis até 2050, conforme o calendário estabelecido pela ONU para eliminar as emissões de gases de efeito estufa. No entanto, não define como essa mudança deve ocorrer e quais recursos financeiros serão utilizados, despertando dúvidas sobre a eficácia de sua implementação.

Adicionalmente, a proposta visa triplicar a capacidade de energia renovável a nível mundial até 2030, visando diminuir a utilização do carvão e acelerar a adoção de tecnologias para captura e armazenamento de carbono. Dessa forma, os países assumem a responsabilidade de implementar os acordos por meio de políticas e investimentos nacionais.

Durante a conferência do clima, mais de 100 países tentaram influenciar as negociações para eliminar gradualmente o uso de petróleo, gás e carvão, mas encontraram forte oposição da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), liderada pela Arábia Saudita. O grupo argumentou que o mundo poderia reduzir as emissões sem necessariamente evitar a eliminação de combustíveis específicos.

Sultan Al Jaber, presidente da COP 28, chamou o acordo de ‘histórico’ e ressaltou que seu sucesso será medido pela implementação efetiva. ‘Somos o que fazemos, não o que dizemos’, enfatizou Al Jaber, destacando a necessidade de traduzir as palavras em ações concretas.

Vários países aplaudiram o acordo por ter abordado a necessidade de abandonar os combustíveis fósseis de forma clara, representando um marco após décadas de debates sobre o clima.

Fonte: G1 – SP

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