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Coqueluche em São Paulo: Baixa cobertura vacinal impulsiona aumento de casos em 2023

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© Rovena Rosa/Agência Brasil - Todos os direitos: @ Agencia Brasil

Em Brasília, confirmados 32 casos da doença em 2022: baixa cobertura vacinal, segunda fase paroxística, primeira fase catarral, crises súbitas, fever, transmissão semelhante a sarampo, varicela, pessoas permanecerem em ambientes fechados. Tempo ameno ou frio, infecção secundária, Sistema Único de Saúde (SUS), vacina DTP para infância, Secretaria Municipal da Saúde (SMS), bactéria Bordetella, cobertura vacinal da coqueluche, aplicação da pentavalente. (148 caracteres)

O estado de São Paulo apresentou 37 casos de coqueluche em 2024. Apenas na cidade, foram identificados 32 casos, um aumento de quatro vezes em comparação com o ano anterior, conforme informado pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS), que não teve registro de óbitos relacionados à coqueluche.

A tosse comprida, também conhecida como coqueluche ou pertussis, é uma infecção respiratória altamente contagiosa. Caracteriza-se por uma tosse catarral seguida por acessos de tosse paroxística, sendo essencial a vacinação para prevenir a propagação dessa doença infecciosa.

Coqueluche: Uma Infecção Respiratória Grave

A cobertura vacinal da coqueluche é monitorada pela aplicação da pentavalente, vacina combinada usada para prevenir difteria, tétano, pertussis, hepatite B (recombinante) e Haemophilus influenzae B (conjugada). No ano passado, a cobertura foi de 90,42% em menores de 1 ano de idade na capital.

Causada pela bactéria Bordetella, a coqueluche, pertussis ou tosse comprida, como é popularmente conhecida, é uma infecção respiratória. A bactéria se aloja na garganta e, em crianças, pode ser fatal, ao causar insuficiência respiratória. Como prevenção, existe a vacina pentavalente, oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) aos 2, 4 e 6 meses de vida.

Mais dois reforços com a vacina DTP (difteria, tétano e pertussis), conhecida também como tríplice bacteriana infantil, são indicados aos 15 meses e aos 4 anos. A doença tende a se alastrar mais em tempos de clima ameno ou frio, como na primavera e no inverno, quando as pessoas permanecem mais em ambientes fechados.

Basta um contato com a tosse ou secreção da pessoa com a enfermidade para se infectar. Altamente transmissível, a coqueluche pode gerar, a cada infecção, 17 casos secundários. O potencial de transmissão é semelhante ao do sarampo e da varicela e muito maior do que o da covid-19, que gera em torno de três casos secundários a cada infecção.

A coqueluche começa com a primeira fase catarral, que dura até duas semanas, marcada por febre pouco intensa, mal-estar geral, coriza e tosse seca, sendo a mais infectante e quando a frequência e a intensidade dos acessos de tosse aumentam gradualmente.

A segunda fase, que dura de duas a seis semanas, é a fase paroxística, com febre que se mantém baixa, e começam as crises de tosse súbitas, rápidas e curtas, que podem comprometer a respiração. Na fase final, de convalescença, os sintomas anteriores diminuem em frequência e intensidade, embora a tosse possa persistir por vários meses.

O aumento dos casos de coqueluche tem acontecido não só aqui no Brasil, mas em vários países, e não tem uma única coisa que explica. Sabemos que os casos de coqueluche aumentam de forma cíclica a cada três, cinco anos. O principal motivo para o aumento é a baixa cobertura vacinal.

Isso acontece em vários lugares e é um fenômeno que vinha acontecendo desde antes da pandemia, agravou-se durante a pandemia onde a cobertura vacinal para praticamente todas as vacinas, inclusive as vacinas mais antigas, como é o caso da coqueluche caiu no mundo inteiro.

E, mesmo depois da pandemia, esses valores não voltaram aos níveis anteriores’, disse o infectologista Francisco Ivanildo de Oliveira, gerente médico do Sabará Hospital Infantil.

Oliveira disse que outra estratégia para reduzir a circulação da doença é, além de garantir a imunização dos bebês, vacinar também as gestantes, porque a criança que nasce de uma mãe vacinada já recebeu os anticorpos e fica mais segura enquanto ainda está tomando as primeiras vacinas.

‘A cobertura da vacinação das gestantes é muito baixa e, aumentando isso, a cobertura vacinal da coqueluche pode ser mais eficaz. A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) tem trabalhado para ampliar a cobertura vacinal da coqueluche, conscientizando a população sobre a importância da imunização. A vacinação é a melhor forma de prevenir a propagação da doença e proteger a saúde de todos.’, ressaltou Oliveira.

A vacinação é fundamental para combater a coqueluche e garantir a saúde pública. É essencial manter a cobertura vacinal da coqueluche em níveis adequados para evitar surtos e proteger a população, especialmente os mais vulneráveis, como crianças e gestantes. A prevenção é a chave para controlar essa doença respiratória grave.

Fonte: @ Agencia Brasil

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