fbpx
Connect with us

Mundo

Exército e Polícia do RJ negociam devolução de metralhadoras furtadas de quartel em SP

Publicado

em

armas de fogo
Metralhadoras recuperadas pela Polícia Civil do RJ — Foto: Reprodução 8 metralhadoras foram encontradas pela Polícia Civil do Rio (foto à esquerda); e 9 armas acabaram achadas pela polícia de Carapicuíba, Grande São Paulo. Todas as 17 foram furtadas do quartel do Exército em Barueri, região metropolitana — Foto: Leslie Leitão/TV Globo e Polícia Civil/Divulgação Exclusivo: militares desligaram intencionalmente rede elétrica do quartel do Exército de onde 21 metralhadoras foram roubadas Exército faz operação em busca de armas furtadas de arsenal de quartel em Guarulhos — Foto: Reprodução/TV Globo Sobe para 19 o número de militares em prisão administrativa no caso do furto de armas do arsenal do Exército Polícia Civil apreende no Rio duas metralhadoras roubadas no Arsenal do Exército em Barueri (SP) Infográfico mostra a cronologia do caso das armas furtadas do Exército — Foto: Kayan Albertin/g1 - Todos os direitos: G1

Polícia Civil e Exército negam negociação de metralhadoras. Documento confirma informação do Metrópoles, TV Globo e g1. Troca não foi informada.

De acordo com informações do Exército e da Polícia Civil do Rio de Janeiro, foi feita uma negociação com traficantes do Comando Vermelho (CV) para a devolução de parte das 21 metralhadoras furtadas de um quartel em São Paulo. Um policial relatou o ocorrido em um documento da Secretaria de Estado de Polícia Civil fluminense.

As fontes da reportagem afirmaram que, em troca da devolução das metralhadoras, o acordo previa que militares e policiais não entrariam na comunidade onde a facção criminosa atua. Esta troca foi noticiada em outubro pelo g1 (leia aqui), mostrando mais uma vez o perigo do acesso dessas armas de fogo nas mãos erradas. A segurança pública precisa lidar com esse desafio constante.

Novas revelações sobre a negociação de armas na comunidade

A merecida atenção das autoridades e da imprensa tem sido direcionada, nos últimos meses, para as metralhadoras furtadas do Arsenal de Guerra São Paulo (AGSP). Sobre a negociação suspeita dessas armas pelas mãos dos traficantes do Comando Vermelho na Comunidade Cidade de Deus, informações estão surgindo aos poucos. Recentemente, relatos feitos pelo Comando Militar do Sudeste (CMSE) e pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) do Rio, apontam para a possibilidade de que os armamentos arrecadados estivessem sob a posse desse grupo criminoso. Tais informações incrivelmente sugeriam a negociação das armas pesadas realizada entre o Exército e indivíduos vinculados ao crime organizado.

A investigação indica que as arrebatadoras 21 metralhadoras eram, na verdade, motivo de preocupação. Os traficantes furtaram totalizando 13 metralhadoras calibre .50 e oito metralhadoras calibre 7,62 — armas de alto poder destructivo. Além disso, a reportagem alerta que outras duas metralhadoras ainda estão desaparecidas. Apesar de já terem sido recuperadas armas nas comunidades, outras duas ainda estão foragidas. Essas armas, embora ‘inservíveis’, como informou o Comando Militar do Sudeste, têm um valor potencialmente danoso.

Patrocinado

As mais recentes informações sobre a negociação das armas no Rio de Janeiro

De acordo com o depoimento de um policial do DRE, a negociação dos armamentos com traficantes da Comunidade Cidade de Deus foi intermediada por um traficante conhecido como ‘Dedei’. Esse traficante, que já é alvo de investigações por parte das autoridades, era a peça central na negociação das armas. Não menos importante seria a menção ao apelido de outro traficante, ‘Capixaba’, no vídeo obtido pela polícia. A investigação sugere que as metralhadoras desviadas passaram por diferentes comunidades dominadas pelo grupo Comando Vermelho, até chegar à Cidade de Deus.

Prisões negadas e novo pedido esperado

O Comando Militar do Sudeste declarou que não conseguiu obter autorização da Justiça Militar ou do Ministério Público Militar para prender os militares suspeitos de estar envolvidos diretamente com o desvio das metralhadoras. No entanto, algumas questões permanecem em aberto e as investigações prosseguem. Há a expectativa de serem realizados novos pedidos de prisões, em decorrência das provas que adquirimos recentemente. Desta forma, a prisão dos militares e dos traficantes Dedei e Capixaba, por receptação das armas furtadas, pode acontecer a qualquer momento.

Investigação de ‘aquartelamento’ no Exército

A Procuradoria e o Ministério Público Militar, por outro lado, buscam levantar informações sobre o que foi chamado de ‘aquartelamento’ do pessoal militar logo após a descoberta do desvio das armas. A Procuradoria avaliará se essa medida tomada pelo Exército foi aplicada de maneira legal e em conformidade com as regras. Em meio a tudo isso, informações que deram conta de que os suspeitos foram agredidos durante o ‘aquartelamento’ acrescentam complexidade a esse caso tão delicado.

Fonte: G1 – SP

Patrocinado

"Notícias 24h" é a assinatura que garante a integridade e a vigilância incansável do portal BR HOJE, um bastião do jornalismo imparcial e de qualidade desde 2023. Encarnando o espírito de um Brasil autêntico e multifacetado, "Notícias 24h" entrega reportagens exclusivas e análises profundas, comprometendo-se com a verdade sem concessões. Através de uma cobertura 24 horas por dia, esse autor simbólico tornou-se sinônimo de confiabilidade em um mundo saturado de informações duvidosas, assegurando que os leitores do brhoje.com.br tenham acesso a um conteúdo que é tão corajoso e vibrante quanto a nação que busca representar.

Continue Reading
Patrocinado
Comentários