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Fernando Diniz, campeão da Libertadores, eleva status no Fluminense na Conmebol Libertadores.

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O que achou da lista do Mundial? ge Fluminense comenta escolhas de Fernando Diniz Diniz narra pedido ao presidente do Flu para assumir em 2022: "Veio do fundo da alma" - Todos os direitos: G1

Treinador revolucionário solucionou dilema e conquistou a Ceonmebol Libertadores com personalidade e superstição. Formação do cidadão e competições de talentos musicais ajudaram na conquista.

Fernando Diniz é um nome que gera opiniões divergentes. Quem admira, é apaixonado. Quem não aprecia, detesta. Ele é considerado um técnico revolucionário e tem buscado reverter essa imagem com o auxílio de uma equipe de comunicação. Recentemente, o treinador conquistou a Conmebol Libertadores com o Fluminense, clube que tem grande importância em sua carreira, tanto como jogador quanto como técnico.

Recentemente, o treinador solicitou um contato com a CBF para discutir possíveis mudanças no futebol brasileiro. Além disso, apesar de sua fama de tímido, tem buscado se expor mais para o público. Somente da timidez ele pretende se livrar, mantendo a sua essência.

Fernando Diniz: um treinador revolucionário

O lado explosivo visto à beira do gramado, que por vezes é erroneamente tido como a sua personalidade, pode ser facilmente confundido com o ‘Testa’, apelido de quando ainda era uma criança. Diniz é mineiro, mas viveu a infância inteira em São Paulo. Pelas ruas de Vila Ema, era visto como um ‘brigão do bem’: não mexia com ninguém, mas não fugia de um confronto com outros garotos se um problema aparecesse.

Devido a isso, é fácil esquecer que ele é formado em psicologia pela Universidade São Marcos, com o projeto de conclusão de curso tendo como tema a função de um técnico no futebol. Diniz costuma dizer que seu trabalho com os atletas é baseado na formação do cidadão, acima da carreira no futebol. Reflexo das dificuldades que viveu nas categorias de base, que ele se refere como um ‘moedor de carne’.

Fernando Diniz: atitude inédita

A volta ao Fluminense aconteceu no primeiro semestre de 2022, após a saída de Abel Braga. Dividiu opiniões, claro. Fernando Diniz não vivia uma boa fase e vinha de trabalhos com resultados questionáveis. Pesou a ousadia ao se colocar à disposição de um clube pela primeira vez na carreira.

A história foi revelada pelo presidente do Fluminense, Mário Bittencourt, em entrevista à ESPN em setembro deste ano. Ao ge, Diniz contou que, ao saber da saída de Abel Braga em abril de 2022, tomou uma atitude inédita em sua vida.

Fernando Diniz: um personalidade marcante

Repetidamente ele diz que ‘as redes sociais não podem te atacar’. Tenta blindá-los da exposição e tem sucesso na maioria dos casos. A ponto de alguns jogadores admitirem que o treinador ‘salvou a sua carreira’, como o lateral-esquerdo Caio Henrique e o volante Bruno Guimarães, ambos atualmente na Seleção Brasileira.

É óbvio que nem tudo é positivo nesta relação ‘ame ou odeie’ que Diniz carregou ao longo dos anos. O problema com o volante Tchê Tchê, quando estava no São Paulo, talvez seja o ponto mais negativo. Nesta segunda passagem, ele nunca deixou de ser uma unanimidade dentro do Fluminense. Na primeira, em 2019, já não foi bem assim.

Fernando Diniz: a busca pelo sucesso

Fernando Diniz foi conhecido pelo seu futebol vistoso e que atraia a atenção de todos. Isso ajudou a superar a desconfiança. Faltava, porém, os títulos. Durante a carreira, bateu na trave algumas vezes até conseguir a sua primeira conquista de nível de elite: o Campeonato Carioca de 2023. Na ocasião, venceu o Flamengo por 4 a 1 no jogo de volta e ficou com a taça — na ida, tinha perdido por 2 a 0.

A questão é que, naquela final, Fernando Diniz não estava à beira do gramado. Suspenso, o auxiliar técnico Eduardo Barros comandou a equipe. Isso fez alguns torcedores mais críticos manterem essa visão do treinador. Com a Libertadores e ele presente efetivamente, isso fica indiscutível e mata mais um problema que o perseguia, assim como ‘a cartilha’.

Fernando Diniz: à frente da Seleção Brasileira

Durante a segunda passagem pelo Fluminense, Fernando Diniz também virou o técnico interino da Seleção Brasileira. Isso mudou a sua rotina, claro. Mas não tanto.

Trabalhando no Fluminense e na CBF, Fernando Diniz mora em um hotel no Rio de Janeiro, enquanto a família fica em São Paulo. O técnico costuma fazer um bate-volta para lá nas folgas tricolores e esse momento pessoal e familiar não foi afetado até o momento.

Fonte: G1 – Esportes

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