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Hamas liberta 13 israelenses e sete estrangeiros após atraso de sete horas.

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A entrada de caminhões de ajuda no Norte de Gaza foi impedida por Israel, bem como a seleção de critérios para a libertação dos prisioneiros palestinos, o que gerou um sério entrave. A situação resultou em dificuldades adicionais para a população local e aumentou as tensões na região.

No meio da semana, foi alcançada uma pausa de quatro dias que resultará na libertação de cinquenta reféns de nacionalidade israelense, dos mais de duzentos capturados em Gaza, e de cento e cinquenta prisioneiros palestinos detidos em Israel. Além disso, a trégua permitirá a entrada de ajuda humanitária e combustível em Gaza. (Com AFP)

Porém, uma fonte ligada ao Hamas informou à agência que a demora ocorreu depois que o segundo grupo de reféns foi entregue ao CICV, mas que foi ‘interrompido em Khan Younis’, no Sul da Faixa de Gaza, ‘e não pôde seguir para Rafah’, o ponto de passagem para o Egito.

Na sexta-feira, o Hamas entregou um primeiro grupo de 13 reféns israelenses — além de 10 tailandeses e um filipino que não estavam incluídos no acordo original — ao CICV para serem levados a Israel através do Egito. Por sua vez, Israel libertou 39 prisioneiros palestinos, incluindo mulheres e menores de 18 anos. **

Alterações na troca de prisioneiros entre Israel e o Hamas

Originalmente, o grupo contava com 14 cidadãos de Israel, em troca de 42 detentos, mas a imprensa local já havia alertado anteriormente que os números poderiam ser reduzidos devido a obstáculos nas negociações com o Hamas. Ainda não foram divulgadas informações oficiais sobre o motivo das mudanças.

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Antes do comunicado do Hamas, fontes das Forças Armadas de Israel haviam informado a veículos de imprensa, como o jornal israelense Hareetz, a CNN americana e a agência AFP, que os reféns já tinham sido entregues à Cruz Vermelha (CICV) para iniciar o processo de transferência. No entanto, poucos minutos depois, autoridades israelenses confirmaram à AFP que isso não tinha ocorrido. **

Após um atraso na execução da libertação de prisioneiros de ambas as partes, os obstáculos foram superados por meio de diálogos entre o Catar e o Egito com ambas as partes, e esta noite 39 civis palestinos serão libertados em troca da libertação de 13 detentos israelenses de Gaza, além de 7 estrangeiros fora do contexto do acordo — afirmou o porta-voz do Catar, Majed al-Ansari, horas antes da libertação.

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Depois de um longo período de espera, Qatar e Egito — que desempenharam um papel fundamental no acordo entre Israel e Hamas, juntamente com os Estados Unidos — facilitaram as negociações que resultaram na libertação dos reféns para o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV).

Israel, por sua vez, avisou que poderia reiniciar as operações de guerra se o Hamas não cumprisse o acordo e libertasse os reféns até a meia-noite deste sábado (19h no horário de Brasília), de acordo com o jornal israelense Ynet. Conforme a publicação, Israel alegou que a demora na entrada de ajuda em Gaza foi devido ao tamanho reduzido do cruzamento de Kerem Shalom, na fronteira entre Israel, Gaza e o Egito.

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O grupo Hamas divulgou a relação de 39 detentos que serão soltos em troca: seis mulheres e 33 menores de idade.

O impasse surgiu após as Brigadas al-Qassam, ala armada do Hamas, acusarem Israel de bloquear a entrada de caminhões de ajuda humanitária na região norte da Faixa de Gaza. Em um comunicado no Telegram, o grupo questionou os critérios de seleção para a libertação dos prisioneiros palestinos, alegando que dos 340 caminhões de ajuda que entraram em Gaza desde sexta-feira, apenas 65 chegaram ao norte do território, menos da metade do combinado.

Depois de um atraso de sete horas, 13 cidadãos israelenses, incluindo oito crianças e cinco mulheres, juntamente com sete estrangeiros de nacionalidades não reveladas, foram libertados pelo Hamas neste fim de semana, como parte do acordo de cessar-fogo entre Israel e o grupo terrorista palestino. A ação de libertação do segundo grupo de reféns foi possível devido à mediação do Catar, após acusações do Hamas de que Israel não estava cumprindo os termos do acordo de trégua, que entrou em vigor na sexta-feira.

Fonte: G1

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