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Hamas solta outro grupo de reféns.

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Comboio da Cruz Vermelha com reféns libertados atravessa a fronteira entre Faixa de Gaza e Egito Veículos da Cruz Vermelha cruzam a fronteira entre a Faixa de Gaza e Rafah, no território egípcio, com 17 reféns — Foto: Reprodução/GloboNews Imagens de reféns liberados pelo Hamas nesta sexta (24), após acordo com Israel e cessar-fogo temporário — Foto: Reprodução Reféns do Hamas já estariam com a Cruz Vermelha, diz imprensa israelense

Um grupo composto por 17 reféns foi transportado através da fronteira entre a Faixa de Gaza e Rafah, no território egípcio, utilizando veículos da Cruz Vermelha. Os membros do grupo são compostos por 13 israelenses e 4 estrangeiros. A ação foi realizada de forma segura e bem sucedida.

Segundo Israel, os integrantes do Hamas estão utilizando edifícios residenciais, assim como outros prédios civis, incluindo hospitais, como proteção durante os confrontos. No entanto, o Hamas nega essa alegação.

De acordo com a mídia palestina, pelo menos 15 pessoas perderam suas vidas devido aos ataques aéreos em Khan Younis, a principal cidade no sul de Gaza. A agência de notícias Reuters não pôde verificar de forma independente o número de mortos.

A utilização de edifícios civis como locais de proteção em meio aos conflitos tem levado a um aumento significativo de vítimas civis.

Antes da trégua de sexta-feira (24), os confrontos estavam ainda mais acirrados do que o habitual. Aviões de guerra de Israel atacaram mais de 300 alvos, e as tropas estavam envolvidas em batalhas nos arredores de Jabalia, ao norte da Cidade de Gaza.

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Um representante do exército afirmou que as operações continuariam até que as tropas recebessem a ordem de interromper. Do lado oposto da fronteira em Israel, nuvens de fumaça eram visíveis pairando sobre a zona de conflito ao norte de Gaza, acompanhadas por sons de tiros intensos e explosões estrondosas. A situação era extremamente tensa e violenta, com ambos os lados empenhados em combates intensos.

Conflito entre Israel e Hamas na Faixa de Gaza

No mesmo dia, Israel anunciou oficialmente o início da guerra contra o Hamas e iniciou os ataques à Faixa de Gaza. De acordo com autoridades de saúde palestinas associadas ao Hamas, aproximadamente 13 mil habitantes de Gaza foram mortos pelos ataques israelenses, sendo que cerca de 40% dessas vítimas eram crianças (estes números ainda não foram verificados por uma entidade independente).

Os serviços de saúde palestinos informaram que tem sido cada vez mais desafiador manter um registro preciso do número de vítimas, devido aos danos causados pelos ataques israelenses às instalações de saúde na região.

Em 7 de outubro, os homens armados do grupo terrorista Hamas violaram a fronteira entre a Faixa de Gaza e Israel, resultando na morte de 1.200 pessoas e no sequestro de aproximadamente 240 pessoas, de acordo com os israelenses.

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De acordo com o presidente do Serviço Estatal de Informação do Egito, Diaa Rashwan, o país tem mantido discussões prolongadas com Israel e o Hamas na tentativa de alcançar um acordo para a prorrogação da trégua de quatro dias, o que resultaria na ‘liberação de mais reféns detidos em Gaza e prisioneiros palestinos’.

De acordo com as informações, o Catar afirmou que uma central de operações em Doha irá supervisionar o cumprimento da trégua e a libertação dos reféns. Além disso, estabeleceu canais diretos de comunicação com Israel, o escritório político do Hamas em Doha e o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV).

O Egito, também participante das negociações, recebeu as listas de reféns e prisioneiros que devem ser libertados. Diaa Rashwan, chefe do serviço de informações do Estado egípcio, declarou em um comunicado que o país solicitou a ambas as partes que respeitem o acordo. **Essa medida é crucial para garantir o cumprimento dos termos estabelecidos.**

Um grupo de detentos foi movido de diversos presídios na região da Cisjordânia para um centro penitenciário em Ramala, de onde serão libertados. Este foi o primeiro passo para a implementação do acordo de paz na região.

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O acordo entrou em vigor às 7h no horário local (2h em Brasília), e foi mediado pelo Ministério das Relações Exteriores do Catar. Segundo o acordo, o cessar-fogo abrange tanto o norte quanto o sul de Gaza. O Hamas também confirmou que todas as hostilidades de suas forças serão interrompidas, marcando um avanço significativo rumo à paz na região.

Mais libertações em breve

Em breve, haverá mais libertações de reféns. A negociação envolve a libertação de mais de 50 reféns pelo Hamas, em troca de uma trégua temporária nos ataques que iniciou na madrugada de sexta-feira, juntamente com a libertação de prisioneiros palestinos detidos antes do início da guerra.

O líder de Israel, Benjamin Netanyahu, reportou que no mínimo 213 pessoas ainda estão sendo mantidas como reféns em Gaza pelo grupo terrorista Hamas.

No dia 24 desta sexta-feira, o Hamas libertou os primeiros 24 reféns, incluindo 13 mulheres e crianças israelenses, dez cidadãos tailandeses e um filipino, como parte do primeiro dia de cessar-fogo. Eles haviam sido sequestrados durante os ataques do grupo terrorista ao sul de Israel em 7 de outubro.

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O grupo de reféns estava sob o domínio do Hamas em Gaza.

Conforme divulgado pela agência de notícias Reuters, o grupo extremista decidiu postergar a libertação de reféns pela segunda vez, exigindo que Israel autorize a entrada de caminhões contendo suprimentos humanitários no norte de Gaza.

De acordo com as Forças de Defesa da Faixa de Gaza, a expectativa era de que 200 caminhões pudessem entrar no território no sábado. No entanto, Israel afirmou que somente 50 caminhões haviam sido autorizados a acessar a região até o momento da última atualização dessa reportagem. **Essa situação cria um impasse preocupante para a libertação dos reféns.**

O grupo extremista Hamas liberou, no final da noite de sábado (25), o segundo grupo de pessoas feitas reféns durante o ataque realizado em 7 de outubro contra Israel. Os 17 reféns, sendo 13 israelenses e quatro estrangeiros, foram transferidos da Faixa de Gaza para Rafah, no Egito, em veículos da Cruz Vermelha e estão a caminho de Kerem Shalom, um kibutz localizado no sul de Israel.

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Anteriormente, no mesmo sábado, os membros do grupo extremista Brigada Izz el-Deen al-Qassam, o braço armado do Hamas, haviam declarado que atrasariam a libertação dos reféns devido ao não cumprimento por parte de Israel dos termos do acordo de cessar-fogo.

Fonte: G1

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