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Israel – Reféns do Hamas: rotina simples e restrita.

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Grupo de reféns libertados pelo Hamas tem crianças e jovem que estava em rave Yaffa Adar em imagem de vídeo do Hamas — Foto: AP

Segundo os familiares, os reféns em Israel eram alimentados de maneira irregular com apenas arroz e pão pita, dormiam em cadeiras de plástico e precisavam de permissão para utilizar o banheiro.

De acordo com relatos da mídia palestina, no mínimo 15 indivíduos reféns do Hamas faleceram em consequência de ataques aéreos na cidade de Khan Younis, localizada no sul da faixa de Gaza. A agência de notícias Reuters não pôde confirmar de maneira independente a quantidade de vítimas fatais.

Um representante das forças armadas afirmou que as atividades prosseguiriam até que as tropas recebessem a ordem de interromper. Do outro lado da fronteira em Israel, nuvens de fumaça eram visíveis sobre a zona de conflito no norte de Gaza, acompanhadas por sons de tiros intensos e explosões estrondosas.

Israel alega que os membros do Hamas estão usando prédios residenciais e outras estruturas civis, inclusive hospitais, como escudo. O Hamas, por sua vez, nega essa acusação.

Serviços de saúde palestinos sofrem com bombardeios israelenses

Os serviços médicos na Palestina relataram que têm enfrentado crescentes dificuldades para acompanhar o número de vítimas, devido aos ataques por parte de Israel. Antes da trégua estabelecida na sexta-feira (24), os confrontos estavam ainda mais intensos do que o habitual. Aviões de guerra israelenses atingiram mais de 300 alvos, enquanto tropas lutavam nas redondezas de Jabalia, ao norte da Cidade de Gaza. A situação tem dificultado a prestação de assistência médica adequada às vítimas dos ataques.

Em 7 de outubro, indivíduos armados vinculados ao Hamas atravessaram a fronteira entre a Faixa de Gaza e Israel, resultando na morte de 1.200 pessoas e no sequestro de aproximadamente 240, conforme relatado pelas autoridades israelenses.

No mesmo dia, Israel declarou guerra contra o Hamas e iniciou uma ofensiva militar na Faixa de Gaza. Estima-se que cerca de 13 mil habitantes de Gaza tenham sido mortos devido aos ataques aéreos israelenses, sendo que aproximadamente 40% das vítimas eram crianças, de acordo com dados das autoridades de saúde palestinas associadas ao Hamas (não verificados por uma entidade independente). **A situação resultou em uma grave crise humanitária na região.**

O Catar afirmou que uma central de comando em Doha está monitorando a trégua e o processo de libertação dos reféns, mantendo linhas diretas de comunicação com Israel, o escritório político do Hamas em Doha e o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV).

No sábado (25), o jornal israelense Haaretz relatou que o Hamas identificou entre 10 e 20 reféns que podem ser potencialmente libertados durante o período de trégua. Se isso acontecer, a expectativa é que a trégua permaneça em vigor até quarta-feira (29).

**A trégua é monitorada de perto e envolve várias partes interessadas, incluindo Israel, o Hamas e organizações internacionais.**

Iniciou-se às 7h, no horário local (2h em Brasília) da sexta-feira (24), o pacto de trégua entre o Hamas e Israel. O Ministério das Relações Exteriores do Catar, que atuou como mediador no acordo, informou que o cessar-fogo tem validade tanto no norte quanto no sul de Gaza.

Impacto do sequestro

Para usar o banheiro, os reféns precisavam solicitar permissão aos sequestradores, esperando até 1h30 em alguns casos, conforme relatado por Merav Raviv, prima de Keren Munder, uma das reféns libertadas na sexta-feira.

Segundo Adva Adar, neta de Yaffa Adar, uma mulher de 85 anos que foi mantida como refém, sua avó perdeu muito peso durante o sequestro e descobriu que sua casa foi destruída. “Ela perdeu suas memórias e álbuns de fotos. Nessa idade, ela terá que começar do zero”, lamenta Adva Adar.

Familiares de Yaffa Adar, a prisioneira mais velha libertada pelo Hamas, e de mais três pessoas sequestradas pelo grupo relataram ao jornal The Times of Israel a rotina de privações sofrida pelos reféns durante os quase 50 dias de custódia sob o grupo terrorista.

Segundo os parentes, os reféns recebiam alimentação de forma irregular e praticamente com apenas arroz e pão pita. À noite, eles eram acomodados em cadeiras de plástico enfileiradas para dormir.

Fonte: G1 – Mundo

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