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José Múcio Monteiro alerta para manobra política de Maduro e afirma que Brasil não permitirá Venezuela invadir Guiana

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Nicolas Maduro, presidente venezuelano
Fantástico visita Essequibo, região da Guiana cobiçada pela Venezuela - Todos os direitos: G1

Ministro da Defesa alerta para impasse na movimentação de Maduro na região guianense de Essequibo e para a integridade do território.

O presidente Maduro da Venezuela está enfrentando forte pressão internacional para que deixe o cargo. Enquanto isso, a crise na Venezuela continua a piorar, levando a um êxodo em massa de venezuelanos que fogem do país em busca de uma vida melhor em outras nações. Além disso, as sanções econômicas estão prejudicando ainda mais a economia venezuelana, tornando difícil para o presidente Maduro manter o controle da situação.

Dada a turbulência na Venezuela, o ministro da Defesa brasileiro deixou claro que o Brasil não permitirá qualquer tentativa de invasão venezuelana na Guiana. Segundo ele, sem uma passagem por Roraima, a única forma das forças do presidente Maduro chegarem a Essequibo seria pelo mar. ‘Eles só chegarão à Guiana passando, se passassem, por território brasileiro. E nós não vamos permitir em hipótese nenhuma’, disse o ministro.

Ministro brasileiro analisa movimentação de Maduro

O ministro acredita que a movimentação de Nicolas Maduro, presidente venezuelano, para anexar parte do território da Guiana não passa de uma manobra política. Múcio não acredita que Maduro vá levar o conflito adiante.

Isso é uma manobra política dele. Se fosse perto das eleições eu me preocuparia muito. Mas ele não vai conseguir passar um ano tentando, adiando o governo, alguma coisa vai acontecer’, afirmou o ministro.

Integridade do território em questão

José Múcio também disse que o componente brasileiro no impasse é garantir a integridade do território brasileiro e que o Brasil não vai se envolver em um possível conflito.

‘O Brasil não vai se envolver em hipótese nenhuma, o presidente está consciente disso, nós já reforçamos, já era ideia nossa reforçar Roraima porque Roraima tem problemas dos índios, garimpeiro, problema de droga, problema de todo mundo. Então, nós estamos precisando reforçar a nossa frente de Roraima’, afirmou.

Impasse internacional

Para o ministro da Defesa, o fato de Maduro ter dado ordem para a petrolífera estatal venezuelana, a PDVSA, licitar poços de petróleos já licitados pela Guiana (e que tiveram empresas norte-americanas como vencedoras) é uma ‘provação internacional’, mas Múcio não acredita que Maduro irá para o conflito armado.

A Venezuela afirma que a região de Essequibo, na Guiana, pertence originalmente a ela. O trecho de terra de 160 quilômetros quadrados corresponde a cerca de 70% de toda a Guiana e atravessa seis dos dez estados do país.

Temor de conflito armado

No começo de dezembro, o governo de Maduro realizou um referendo sobre a criação de um estado na região, o que ampliou o temor de um conflito armado na fronteira com o Brasil.

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Fonte: G1 – Mundo

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