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Mundo

Reino Unido aumenta tensões com a Venezuela enviando navio de guerra à Guiana

Publicado

em

Grã-Bretanha, Inglaterra, Londres
HMS Trent fará parte de exercícios militares no país sul americano após o Natal - Todos os direitos: G1

Navio HMS Trent fará exercícios militares em ex-colônia sul-americana após o Natal, cumprindo compromissos na região. Chefe da diplomacia fez acordo de não ameaçar.

O Reino Unido anunciou recentemente o envio de um navio militar para a Guiana, uma ex-colônia britânica que enfrenta reivindicações territoriais da Venezuela sobre o Essequibo, região rica em petróleo. O trecho reinvidicado pelo governo de Nicolás Maduro representa dois terços da superfície da Guiana.

No contexto da Grã-Bretanha, a iniciativa do Reino Unido reforça o compromisso com a segurança e estabilidade da região, buscando defender os interesses da ex-colônia em meio aos conflitos territoriais. A atuação britânica demonstra a importância estratégica da região para Londres e o impacto das tensões geopolíticas na América do Sul.

Reino Unido envia HMS Trent para a Guiana

O HMS Trent partirá este mês para a Guiana, nosso aliado regional e parceiro da Commonwealth, numa série de compromissos na região‘, afirmou o Ministério da Defesa britânico num comunicado, sem dar mais detalhes. Segundo a BBC, o navio deverá participar de exercícios militares depois do Natal com outros aliados da Guiana, que foi colônia britânica até 1966. A rede britânica não especificou quais outros países irão colaborar na missão. Londres já havia demonstrado seu apoio à Guiana com a viagem, no início da semana, de David Rutley, chefe da diplomacia britânica na América.

Provocação e reivindicações territoriais

O ministro da Defesa venezuelano, Vladimir Padrino López, classificou o envio do navio militar como uma ‘provocação’. A Venezuela reivindica a soberania sobre o território de 160.000 km2 há mais de um século. Essa reivindicação, no entanto, intensificou-se após a descoberta de vastas reservas de petróleo na região em 2015. As tensões entre os dois países aumentaram após a realização de um referendo sobre a soberania de Essequibo, em 3 de dezembro, na Venezuela. No entanto, o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e o seu homólogo guianense, Irfaan Ali, reuniram-se em 15 de dezembro e reduziram a tensão, embora não tenham resolvido totalmente as suas diferenças.

Alerta e controvérsia

‘Um navio de guerra em águas a delimitar? E depois? E o compromisso com a boa vizinhança e a coexistência pacífica? E o acordo de não ameaçar e usar a força mútua em nenhuma circunstância?’, publicou Padrino López no X, antigo Twitter, em referência ao acordo assinado em 14 de dezembro, durante o primeiro encontro presencial entre os presidentes da Venezuela, Nicolás Maduro, e da Guiana, Irfaan Ali. ‘Continuamos alertas a estas provocações que colocam em risco a paz e a estabilidade do Caribe e da nossa América!’, concluiu o chefe militar venezuelano.

Parcerias e cooperação militar

O ‘HMS Trent’, um navio patrulha que normalmente opera no Mar Mediterrâneo, já tinha sido destacado para o Caribe no início de Dezembro para combater o tráfico de drogas. A rede britânica não especificou quais outros países irão colaborar na missão. Segundo a BBC, o navio deverá participar de exercícios militares depois do Natal com outros aliados da Guiana, que foi colônia britânica até 1966.

Disputas territoriais e petróleo

A Venezuela reivindica a soberania sobre o território de 160.000 km2 há mais de um século. Essa reivindicação, no entanto, intensificou-se após a descoberta de vastas reservas de petróleo na região em 2015. As tensões entre os dois países aumentaram após a realização de um referendo sobre a soberania de Essequibo, em 3 de dezembro, na Venezuela.

Fonte: G1 – SP

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