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Senado aprova novas embaixadoras para Venezuela e Guiana em meio à crise territorial

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Tensão, controvérsia, disputa
Gilvânia Maria de Oliveira, indicada para atuar como embaixadora na Venezuela, durante sabatina no Senado Federal. — Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado Venezuela x Guiana: Entenda em 5 pontos disputa por Essequibo - Todos os direitos: G1

A nova chefe da diplomacia em Caracas expressou preocupação e enfatizou esforços pacíficos para resolver o litígio, 2015.

A crise na região envolvendo a disputa do território de Essequibo, rico em petróleo, motivou a aprovação pelo Senado nesta terça-feira (12) das indicações do governo para as embaixadas brasileiras na Venezuela e Guiana.

Glivânia Maria de Oliveira e Maria Cristina de Castro Martins vão assumir as chefias das missões diplomáticas em Caracas e Georgetown, respectivamente, em meio à crise na região.

A crise na região envolvendo a disputa do território de Essequibo, rico em petróleo, motivou a aprovação pelo Senado nesta terça-feira (12) das indicações do governo para as embaixadas brasileiras na Venezuela e Guiana. Glivânia Maria de Oliveira e Maria Cristina de Castro Martins vão assumir as chefias das missões diplomáticas em Caracas e Georgetown, respectivamente, em meio à tensão na região.

Tensão

As duas novas embaixadoras indicadas pelo governo de Lula passaram por uma sabatina na manhã desta terça-feira na Comissão de Relações Exteriores do Senado. Glivânia destacou que vê a situação com preocupação, mas reforçou que vai procurar ajudar na construção de uma saída pacífica para o litígio. Ela ressaltou a importância de buscar uma solução diplomática para o cenário complexo em questão. O que evidencia a crise ainda em andamento.

Outro destaque ficou por conta da senadora Tereza Cristina (PP-MS), que mencionou que as novas embaixadoras chegarão em uma situação delicada e expressou sua esperança de que a diplomacia funcione para resolver a controvérsia. Vale lembrar que o Senado também aprovou os indicados para atuação nas embaixadas de Omã e Trinidad e Tobago.

Tensão

A região de Essequibo, que ocupa 159 mil km² e representa cerca de 70% do território da Guiana, está no centro de uma crise devido às grandes reservas de petróleo encontradas no local em 2015. A exploração das reservas tem impulsionado o crescimento econômico do país sul-americano. No entanto, as reivindicações da Venezuela sobre o território têm gerado tensões crescentes na região.

A situação se agravou com um referendo em dezembro, no qual 95% dos eleitores presentes aprovaram a anexação do estado venezuelano chamado de ‘Guiana Essequiba’. Além disso, os Estados Unidos anunciaram exercícios militares na Guiana, incluindo em Essequibo. E o presidente venezuelano Nicolás Maduro assinou decretos para incorporar o território, intensificando a disputa pela região.

Diante desse panorama, os esforços pacíficos das Nações Unidas e a diplomacia brasileira são fundamentais para buscar uma solução para a crise entre os países envolvidos. Lula também está envolvido nesse processo, que visa alcançar uma saída diplomática para a complexa situação em Essequibo.

Fonte: G1 – Mundo

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