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Futebol

Zago Revela Destaque Ofensivo na Copa América e Recorda Passagem Pelo Coritiba: Verdadeiro e Sem Falsidade

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Antônio Carlos, técnico da Bolívia, fala sobre Copa América e trabalho na seleção - Todos os direitos: © GE - Globo Esportes

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Técnico boliviano Antônio Carlos destaca Luis Díaz na competição, ao mesmo tempo lamenta dificuldades para treinar em campos da Bolívia sem GPS como brasileiro que sonha com a seleção e a Copa.

Aos 55 anos, Maria José hoje é mais conhecida como Zago, o sobrenome que acompanha o nome composto de uma das principais zagueiras do futebol brasileiro nos anos 2000. Contratada como treinadora da Colômbia no fim de novembro do ano passado, ela tem a missão de tentar a segunda classificação da ‘Los Cafeteros’ para uma Copa do Mundo.

Com experiência internacional, Maria José traz consigo um vasto conhecimento tático e uma abordagem inovadora para a equipe colombiana. Seu objetivo é implementar um estilo de jogo moderno e ofensivo, visando tornar a ‘Los Cafeteros’ uma potência no cenário mundial do futebol. Além disso, ela está comprometida em desenvolver novos talentos e fortalecer a base do futebol feminino no país, buscando assim alcançar resultados expressivos em competições futuras.

Zago: Uma Figura Importante no Futebol Brasileiro

Há 30 anos, Etcheverry e cia conseguiram esse feito numa geração que deixou Uruguai de fora – a Argentina só se classificou na repescagem – e que conseguiu ir aos EUA na Copa que terminaria com o tetra do Brasil. A estreia é contra os donos da casa, os EUA, em Dallas, no estádio AT&T, neste domingo, às 19h.

No papo com o ge – veja os destalques em vídeo acima, Antônio Carlos contou as dificuldades estruturais da Bolívia e avaliou os principais candidatos ao título. Também lembrou da sua demissão em sua última passagem como treinador no futebol brasileiro, após entrevista contundente.

– Eu tinha que ser mais político – admitiu Zago, sobre a saída do Coritiba no ano passado. Confira a entrevista com Antônio Carlos Zago: ge: Você foi campeão com o Bolívar, no projeto do grupo City, há dois anos, e foi chamado para a seleção no fim do ano passado. Como surgiu esse convite?

Antônio Carlos: — Creio que foi em cima da passagem no Bolívar mesmo, pelo trabalho que eu fiz no clube, nos dois anos em que estive lá, ganhando títulos. Acredito também por ter jogado de maneira diferente em relação a alguns treinadores nos últimos anos. Quando estava no Bolívar eu estava trabalhando também no grupo City e lá você tem metodologia de posse de bola. E nos campos da Bolívia não dá para você manter a posse, porque você tem dois campos bons que oferecem condições para você seguir essa metodologia. A gente começou a recuperar bola e tentar agredir adversário com mais rapidez. Pressionar bem, principalmente quando você joga na altitude, tentar pressionar o adversário, sufocar o adversário praticamente e isso eu fiz com o Bolívar, tanto no campeonato como na Libertadores também. E acredito que isso tenha chamado a atenção da federação, do presidente para me tornar treinador da seleção boliviana.

Zago e a Preparação da Seleção Boliviana para a Copa América

ge: A Copa América começa agora, mas com seis vagas diretas possíveis imagino que o objetivo principal é o sonho com uma nova Copa. É essa a meta principal?

— Sim, a meta principal são as Eliminatórias. Temos seis jogos esse ano e temos que fazer o dever de casa. A gente trabalha muito com a realidade do futebol boliviano. Temos apenas cinco, seis jogadores que jogam no exterior. Um no Barcelona B, outro na Suíça, outro na Rússia e está indo para a Polônia, que é o Roberto Carlos, que na minha opinião é nosso principal jogador. Um está na LDU de Quito, tem um que joga no Brasil, na Série B, na Ponte Preta. Então, nossa realidade é totalmente diferente das outras seleções, onde a maioria dos jogadores atua no futebol europeu, EUA. O que dá bagagem maior a eles. Eles competem mais do que nós. Até porque o campeonato boliviano é um pouco abaixo dos outros também.

— Temos também esse problema na Bolívia, que é de quando você na altitude e quando você vai jogar no nível do mar, onde não temos a mesma força, a mesma potência das outras seleções. A gente trabalha muito com a preparação física, para ver se a gente consegue competir um pouco mais quando joga fora. Nas Eliminatórias temos.

Fonte: © GE – Globo Esportes

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