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Reféns são liberados após acordo entre Israel e Hamas, segundo imprensa israelense.

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Veja como será trajeto de reféns que serão liberados pelo Hamas até chegar em Israel

Treze mulheres e crianças israelenses foram liberadas pelo grupo terrorista e transferidas para o Egito, onde serão repatriadas para Israel. Esta ação faz parte do acordo entre o governo israelense e o Hamas, que também inclui uma trégua de 4 dias iniciada nesta sexta-feira e a libertação de prisioneiros palestinos.

O governo de Israel afirma que os membros do grupo Hamas estão utilizando prédios residenciais e outras construções civis, incluindo hospitais, como escudo para suas atividades. Por sua vez, o Hamas nega essas acusações.

De acordo com relatos da mídia palestina, pelo menos 15 pessoas perderam suas vidas devido a ataques aéreos na cidade de Khan Younis, localizada no sul da Faixa de Gaza. A agência de notícias Reuters não foi capaz de verificar de maneira independente o número de vítimas fatais.

A utilização de edifícios civis como cobertura durante conflitos armados é uma prática condenável e coloca em risco a segurança de civis inocentes.

Antes da trégua, os confrontos estavam ainda mais acalorados do que o habitual. Aviões de guerra israelenses atacaram mais de 300 alvos, e tropas estavam engajadas em confrontos ao redor de Jabalia, ao norte da Cidade de Gaza.

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Um porta-voz do exército afirmou que as operações continuariam até que as tropas recebessem a ordem de parar. Do outro lado da cerca da fronteira em Israel, nuvens de fumaça podiam ser vistas pairando sobre a zona de guerra do norte de Gaza, acompanhadas por sons de tiros intensos e explosões estrondosas. A situação era extremamente tensa, com ambos os lados em pleno conflito armado.

Os mediadores estrangeiros estão buscando estender o acordo de trégua para um cessar-fogo mais duradouro, no entanto tanto Israel quanto o Hamas afirmaram que irão retomar as hostilidades.

Abu Ubaida, porta-voz do grupo armado do Hamas, emitiu um vídeo na quinta-feira, declarando que a trégua é apenas temporária e pedindo por uma “escalada do conflito (com Israel) em todas as frentes de resistência”, incluindo a Cisjordânia, onde a violência tem aumentado desde o início da guerra em Gaza.

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No mesmo dia, Israel declarou guerra contra o Hamas e iniciou os ataques contra a Faixa de Gaza. Segundo autoridades de saúde palestinas vinculadas ao Hamas, aproximadamente 13 mil habitantes de Gaza foram mortos nos bombardeios israelenses, sendo cerca de 40% deles crianças (estes números não foram verificados por nenhuma entidade independente).

Os serviços de saúde palestinos afirmaram que têm enfrentado dificuldades crescentes para manter um registro atualizado devido aos impactos dos ataques israelenses sobre o sistema de saúde na região. **Os serviços de saúde têm sido prejudicados pelos bombardeios israelenses.**

Os familiares israelenses das vítimas do sequestro ainda não têm informações sobre o paradeiro dos reféns. “Precisamos saber se eles estão vivos, se estão bem. É o mínimo”, afirmou Gilad Korngold, que está em busca de notícias sobre sete membros de sua família, incluindo a neta de 3 anos, que pode estar entre os sequestrados.

Em 7 de outubro, indivíduos armados ligados ao grupo extremista Hamas invadiram a fronteira entre a Faixa de Gaza e Israel, resultando na morte de 1.200 pessoas e no sequestro de aproximadamente 240, de acordo com informações das autoridades israelenses.

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Hamas anuncia cessação das hostilidades e libertação de reféns

O grupo Hamas confirmou em sua plataforma no Telegram que todas as atividades hostis de suas forças serão interrompidas.

O governo do Catar declarou que uma sala de controle em Doha será responsável por monitorar o cessar-fogo e a libertação dos reféns. Além disso, o Catar mantém linhas diretas de comunicação com Israel, com o escritório político do Hamas em Doha e com o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV).

O Egito, que também está participando das negociações de paz, recebeu listas de reféns e prisioneiros que devem ser libertados. Diaa Rashwan, chefe do serviço de informações do Estado egípcio, afirmou em um comunicado que o Egito pediu a ambas as partes que respeitem este acordo. **É crucial que ambas as partes cumpram este acordo para garantir a segurança e a paz na região.**

O pacto começou a valer às 7h no horário local (2h em Brasília). O cessar-fogo abrange o norte e o sul de Gaza, conforme comunicado do Ministério das Relações Exteriores do Catar.

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O porta-voz do ministério do Catar, Majed Al-Ansari, afirmou em Doha, capital do Catar, que a expectativa é de que palestinos detidos em prisões israelenses sejam liberados. **”Todos nós esperamos que essa trégua abra caminho para um esforço mais abrangente em busca de uma trégua duradoura.”**

Um grupo inicial de 39 detentos, incluindo jovens, está previsto para ser libertado ainda hoje. Na parte da manhã, eles foram transferidos de várias prisões na Cisjordânia para um centro penitenciário em Ramala, de onde serão soltos.

Na quinta-feira (23), após ambas as partes confirmarem a libertação de cidadãos israelenses, o governo de Israel anunciou que recebeu a lista de nomes dos detentos que seriam libertados e entrou em contato com suas famílias, de acordo com um comunicado do gabinete do primeiro-ministro israelense. A declaração, no entanto, não confirmou a existência de um acordo de cessar-fogo.

As autoridades responsáveis pela operação ainda não tinham divulgado informações sobre a identificação das reféns libertadas e o estado de saúde delas até a última atualização deste relatório.

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Nos próximos dias, está prevista a libertação de mais reféns. Conforme o acordo estabelecido, o Hamas deverá soltar mais de 50 prisioneiros em troca de uma trégua temporária nos ataques, que teve início na madrugada desta sexta-feira, e da liberação de prisioneiros palestinos que já estavam detidos antes do início do conflito. **Este acordo visa promover a paz e a segurança para ambas as partes envolvidas.**

Reféns são levados de volta a Israel

Os prisioneiros atravessaram a fronteira entre Gaza e o Egito pela cidade de Rafah, a mesma por onde brasileiros que estavam no território palestino passaram há pouco mais de dez dias.

No Egito, em uma localidade não revelada, aeronaves do Exército Israelense estavam prontas para transportá-los de volta ao território israelense. O governo de Israel informou que, além de militares, os helicópteros também levaram equipes médicas e especialistas em negociação com reféns, que farão o primeiro contato com as cidadãs israelenses libertadas.

O Hamas soltou na sexta-feira (24) o primeiro grupo de reféns conforme o acordo com Israel para uma trégua de quatro dias, de acordo com a imprensa israelense. No grupo, estão 13 mulheres e crianças israelenses, que foram entregues por membros do Hamas a agentes da ONG Cruz Vermelha, intermediada pelo Catar e pelos Estados Unidos, após uma operação negociada de forma secreta durante mais de um mês.

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Fonte: G1 – Mundo

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