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Israel e Hamas concordam em pausar conflito e libertar reféns, relatam fontes

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Um acordo entre as partes seria resultado de uma negociação mediada por Washington.

Após mais de um mês desde o início de um confronto entre o grupo terrorista Hamas e Israel, ambas as partes chegaram a um acordo para interromper as hostilidades e liberar reféns. Conforme o jornal The Washington Post, as operações de combate serão congeladas por pelo menos cinco dias, e inicialmente 50 ou mais reféns serão libertados em pequenos grupos a cada 24 horas. Este acordo representa um passo significativo na busca de uma trégua duradoura entre as partes envolvidas no conflito.

Recentes bombardeios israelenses atingiram um campo de refugiados em Gaza, resultando na morte de mais de 80 pessoas. Além disso, houve uma incursão de Israel no hospital al-Shifa, levantando questões sobre o cumprimento do direito internacional em relação a ataques a instalações médicas durante conflitos armados.

De acordo com relatos, a interrupção temporária dos combates tem como objetivo facilitar o acesso de assistência humanitária, incluindo combustível, ao enclave sitiado de Gaza. No entanto, a quantidade de ajuda que realmente chegará e a libertação de prisioneiros ainda não estão claras.

Acordo mediado pelos Estados Unidos pode interromper conflito em Gaza

Segundo o Washington Post, após semanas de negociações em Doha, no Catar, Israel, os Estados Unidos e o Hamas, representado por mediadores do Catar, chegaram a um acordo intermediado pelos Estados Unidos. O documento elaborado visa pôr fim ao conflito na região.

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Ainda não há confirmação se Israel concordará em interromper temporariamente sua ofensiva em Gaza. Um porta-voz da Embaixada de Israel em Washington se recusou a comentar sobre a situação dos reféns neste sábado.

De acordo com fontes do governo de Israel, há uma pressão interna sobre Benjamin Netanyahu para trazer os reféns para casa, mas também há vozes exigindo que o governo não negocie a libertação. A casa branca negou no sábado que já tenha ocorrido um acordo entre Israel e o Hamas para libertar os reféns e marcar uma pausa nos combates, mas afirmou que está trabalhando duro para chegar a um acordo.

Adrienne Watson, porta-voz do Conselho de Segurança Nacional, afirmou que apesar das negociações em andamento, ainda não há um acordo definitivo. Ela ressaltou que a equipe continua trabalhando intensamente para alcançar uma resolução.

Enquanto os soldados israelenses intensificam a busca por centros de comando subterrâneos do Hamas em Gaza, o governo de Benjamin Netanyahu enfrenta crescente pressão tanto interna quanto externa. Há uma expectativa pelo cumprimento da promessa de acabar com o grupo terrorista e libertar os reféns capturados durante o ataque de 7 de outubro.

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Com a operação militar em Gaza causando um impacto significativo na população civil e infraestrutura humanitária, principalmente nos centros hospitalares, as autoridades do gabinete do premier reconhecem que o prazo para obter apoio internacional para a sua ação militar está diminuindo. Isso coloca o país em uma situação delicada, tendo que equilibrar a continuidade da ofensiva com as baixas civis, o tempo de ocupação e a decisão sobre o que fazer após a retirada de Gaza.

Israel anuncia avanço e controle de parte de Gaza após seis semanas de conflito

Após seis semanas de conflito e três semanas da invasão terrestre em Gaza, as Forças Armadas de Israel afirmam ter tomado o controle de parte do norte do território, incluindo a parcela ocidental da Cidade de Gaza. A ação resultou na ocupação de centros de poder palestinos, como o Parlamento, a sede da Polícia, além do porto da capital. A operação foi realizada sem grandes dificuldades ou baixas significativas para as tropas israelenses.

Na última semana, um dos elementos de destaque do plano militar resultou em um grande revés para o país. A entrada de tropas em hospitais no norte de Gaza, incluindo o al-Shifa e o al-Rantisi, gerou críticas em todo o mundo.

Organizações internacionais como a Cruz Vermelha, a OMS e escritórios da ONU condenaram a operação. Até mesmo aliados importantes, como os EUA e o Reino Unido, pediram que Israel fosse menos invasivo nas ações contra os centros médicos. O Ministério da Saúde de Gaza, liderado pelo Hamas, afirmou que os hospitais não têm capacidade para atender pacientes devido ao cerco a insumos básicos, incluindo combustível para geradores de energia elétrica.

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Fonte: G1

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